O
maior contista do Paraná foi um moço chamado Newton Sampaio.
Dalton
Trevisan
Resumo:
Este trabalho procura resgatar e divulgar a obra literária do paranaense Newton
Sampaio, produzida na década de 30 do século XX, destacando nela os
procedimentos modernistas que renovaram a escrita ficcional do período.
Palavras-chave: Newton Sampaio, Literatura paranaense, Modernismo, Dalton
Trevisan, década de 30.
1.
Introdução
O estado do Paraná, bem
como todo o Brasil, passou por um período de mudanças durante as décadas
iniciais do século XX. O desenvolvimento urbano-industrial, a intensificação
das atividades comerciais, a concentração da população no meio urbano, e
outros. Foi um período em que o Paraná buscava uma identidade própria no
contexto nacional.
Em decorrência do desequilíbrio orçamentário do estado, que acabou gerando perda de vagas de emprego no interior, muitas famílias acabaram por migrar para a capital em busca de melhores condições de vida. Quando não emigravam, mandavam seus filhos para estudar e trabalhar na capital. O que ocorreu com Newton Sampaio, que deixou a pequena cidade de Tomazina com doze anos (1925), vindo estudar no Ginásio Paranaense, onde, devido ao seu bom desempenho estudantil e para custear seu sustento, passou a lecionar.
Neste período, em Curitiba, de acordo com Duarte e Guinski “Um ambiente cultural bastante diversificado e controvertido se formava (...). À diversidade étnica e cultural se somavam as diferenças de crenças. Eram expostas e debatidas as opiniões nos cafés da rua 15, onde se reuniam poetas, intelectuais, políticos, literatos, jornalistas ou diletantes. Tais debates se registravam e tomavam corpo na imprensa.”[i]
2.
Críticas versus elogios
Nesta época, Newton Sampaio, apesar da pouca idade, começou a utilizar seus textos publicados em jornais de Curitiba e do Rio de Janeiro para formular críticas, muitas vezes de modo audaz, aos mais variados segmentos da sociedade. Nem mesmo os colegas de letras foram isentados das suas contundentes críticas. Como podemos citar a crítica que fez à Academia Brasileira de Letras: “As sessões da Academia Brasileira, são, antes de mais nada, um belo espetáculo mundano, cheio de embaixadores, de ministros e de outras eminências mais ou menos transitórias...De maneira que o suplício é duplo: o da camisa engomada e o da verborragia acadêmica.”[ii] Neste trecho ele se mostra contrário ao academicismo, característica modernista, e se mostra mordaz ao comentar as “eminências mais ou menos transitórias”, visto que em um período de grandes mudanças políticas tudo podia ser transitório.
Nem mesmo a imprensa, da qual foi participante, escapou de suas críticas. No seu texto sobre Laertes Munhoz, publicado no ano de 1936, afirma: “É uma arma de dois gumes, a imprensa. Serve a levantar ídolos, no espírito público, como serve a derrubá-los, no instante preciso. Faz memórias venerandas, como faz memórias execradas. Presta-se ao elogio rasgado, como se prestam ao libelo escaldante.”[iii]Percebe-se a atualidade da afirmação, pois, hoje a imprensa é considerada por muitos como o “quarto poder”, juntamente com os poderes judiciário, executivo e legislativo.
Em sua coluna publicada no jornal O Dia encontram-se textos criticando os intelectuais e a literatura paranaense: “No Paraná, quase ninguém admite a crítica desfavorável, seja embora honesta e muito bem intencionada. Acham, certos paranaenses, que a crítica literária e elogio derramado constituem expressões sinônimas...Por isso, cortam relações pessoais com qualquer um que se atreva a não qualificar de genial o beletrista patrício...”[iv]Ainda continuando sua crítica aos intelectuais paranaenses:
“O
frescor admirável da paisagem curytibana ainda não entrou no romance nacional.
O inédito complexo de raças do planalto ainda não figura no ensaísmo
brasileiro. E por que não? Quando se libertará o intelectual paranaense de sua
sistemática modéstica, de seu inútil contemplatismo?(...) Até quando o Paraná
nos entristecerá com sua insofismável ausência na literatura brasileira de
hoje? Até quando?[v]
Newton Sampaio, nos dois fragmentos, mostra como nossos intelectuais são infantis e personalistas, no que tange as críticas contrárias, sempre submissa e sem autonomia. Ainda hoje esta pergunta permanece: “Até quando o Paraná nos entristecerá com sua insofismável ausência na literatura brasileira de hoje? Com esta crítica Newton Sampaio se mostrou atual, e ainda hoje tal assunto é permanentemente discutido pelos mais diversos críticos e estudiosos.
Sempre em consonância com as características modernistas, Newton Sampaio critica o costume dos intelectuais brasileiros de imitar outras culturas (com atraso): “A inteligência brasileira. – titubeante, sem personalidade, vivendo sempre de empréstimo, imitando com vários annos de atrazo e (o que é peor) deformando os largos movimentos de fora, - ameaçava chegar, de ruína, ao triste destino definitivo das inteligências falhadas e inúteis.”[vi]
Newton Sampaio recebeu muitos elogios também, como por exemplo: “O maior contista do Paraná foi um moço chamado Newton Sampaio”[vii]assim começa o texto intitulado Notícia de Newton Sampaio, escritor por Dalton Trevisan e publicado na revista literária Joaquim, na década de 40, considerada um marco modernista no Paraná. O crítico literário Wilson Martins afirmou que “nos meus tempos de estudante em Curitiba, Newton Sampaio (...) era visto como a primeira voz modernista ou, pelo menos, moderna no ambiente literalmente anacrônico do Paraná”[viii] e continua , “de fato, além de ser obra claramente mais madura, os Contos do Sertão Paranaense respondiam melhor, na época, aos ideais de nacionalismo literário e de redescoberta do Brasil autêntico, incorporando, finalmente, o Paraná às tendências predominantes na ficção nacional.”[ix]
Para
o jornalista e crítico Barcínio Amaral, do Jornal do Brasil “estilisticamente,
o escritor se situa na linha que celebrizou seu contemporâneo Marques Rebelo no
Rio de Janeiro e Dalton Trevisan na
mesma Curitiba
Na visão do crítico Miguel Sanches Neto,
Newton
Sampaio é uma invenção de Dalton Trevisan, naquele conceito borgeano, de que
são os autores do presente que inventam, com suas obras, seus antecessores. Se
não houvesse um Dalton Trevisan, Newton talvez ficasse perdido na noite da
literatura. Mas como o Vampiro é nosso maior produto de exportação, Newton
tem um valor triplo: pelo que sua obra representa em si, pela ação de limpeza
do campo literário e pelo papel de antecessor de Trevisan.[xii]
Tanto
é que na década de 30, período
3.
Obras
A obra de Newton Sampaio não ficou restrita apenas aos textos publicados em periódicos, foi também um excelente ficcionista. Tanto que em sessão da Academia Brasileira de Letras no dia 02 de junho de 1938, seu nome é sugerido para o 1º prêmio do Concurso Contos e Fantasias, e sua obra é descrita da seguinte maneira:
A
prosa de Newton Sampaio é ágil, nervosa, “moderna”, no sentido de síntese
e colorido que lhe dão caráter próprio. É de lamentar que reunisse apenas
alguns contos, em lugar dos quinze ou vinte capítulos de que há de formar-se
um “livro”, na acepção do Edital da Academia. Aconselhamos, apesar disto,
que seja conferido ao citado autor o prêmio, uma vez que o mesmo edital
silencia sobre as dimensões mínimas da obra trazida a concurso. Distinguimos
nesta as qualidades narrativas, de ironia pituresca, de espirituosa fixação de
tipos e situações, que nos autorizam a esperar de Newton Sampaio livros dignos
dos melhores aplausos.[xiii]
No
dia 29 de junho de
De acordo com o levantamento elaborado por Wilson Bóia e publicado no livro Ensaio – Newton Sampaio[xiv], quase toda a obra de Newton Sampaio foi publicada postumamente, ou, ficou apenas em projetos rascunhados pelo autor. Seu acervo é assim constituído:
· Trapo: romance inacabado, pois apenas alguns capítulos foram publicados em jornais e revistas.
·
Dor: romance, cuja única parte que se tem é a publicação
do terceiro capítulo, intitulado Volta ao lar, no número 9 de junho de
1934, do Correio dos Ferroviários.
· Remorso: novela publicada no jornal O Dia, de Curitiba, no ano de 1935, sob formato de 11 folhetins.
· Cria de alugado: novela, apenas alguns capítulos da obra foram publicados pelo jornal O Dia, no ano de 1935, em que é possível verificar a quase ausência de trama, pois não há encadeamento entre as partes.
· Irmandade: conjunto de contos, inicialmente publicado no jornal O Dia, e posteriormente em formato de livro. E no ano de 1938 foi premiado pela Academia Brasileira de Letras.
· Contos do Sertão Paranaense: publicado postumamente no ano de 1939.
· Algumas vozes do Brasil: obra inédita constituída de críticas, reportagens e entrevistas.
· Reportagem de idéias: ficou apenas no projeto do escritor de reunir cerca de vinte entrevistas e reportagens em um livro.
4.
Características
Ao analisar-se a obra de Newton Sampaio, depara-se com uma série de características que marcaram o conto modernista.
Newton Sampaio era claramente a favor da linguagem ágil e contrário à adjetivação abundante. Criou suas obras com frases curtas, densas, sintéticas, e em certos casos elípticas, suprimindo os termos considerados desnecessários ou facilmente subentendidos, gerando um estilo próximo ao telegráfico. Seus diálogos muito se aproximam da fala real, tão valorizada pelos modernistas, com isto os diálogos voltam-se para uma forma prosaica de dizer; pois, Newton, bem como outros modernistas, considerava a linguagem parte integrante da realidade de um povo e não mero ornamento, como entendia a literatura acadêmica. O efeito produzido por estes recursos estilísticos é o de um texto ágil e inserido no contexto sócio-cultural da sociedade em questão, fazendo surgir um quadro bem delineado a respeito da realidade narrada.
Os ambientes, nas obras literárias de Newton Sampaio, são constituídos por traços leves que mesmo assim conseguem fazer com que o leitor fique perfeitamente a par da condição sócio-econômica das personagens. Com isto há a conscientização dos problemas sociais por meio da preocupação de ordem política, social e econômica e mesmo humana e espiritual. Dessa forma, são valorizadas tanto as nossas tradições como nossa cultura, bem como nosso passado histórico-cultural e, por conseguinte é difundida a questão primordial levantada pelo Modernismo: o nacionalismo.
O cotidiano das pessoas comuns da sociedade são representadas nas obras do escritor paranaense, com apreso aos temas relacionados à cidade e suas modernidades. O realismo apresentado nas obras é cético, intelectualizado e crítico. Os assuntos estão dentro de uma perspectiva social, cujo ponto central é a distância existente entre as classes sociais, o que acaba por refletir nos hábitos, crenças e até mesmo nos recalques e preconceitos apresentados pelas personagens da época. É a redescoberta da realidade brasileira, que agora se mostra complexa e até mesmo destrutível, pois há o abalo de valores éticos e morais. Para os modernistas a arte deveria ser extraída das coisas simples da vida, com isto há a dessacralização da arte.
O mundo relatado na obra de Newton Sampaio é sempre estreito e sufocante. As rotinas familiares, as aventuras amorosas, as atividades culturais, as atividades profissionais se expõem sob a mesma ótica de crítica em todos os textos, bem como a atuação, repressora ou corruptora, de uns sobre os outros, o caráter ideológico a assegurar e transmitir valores (mesmo que sejam valores negativos). Tudo isto serve de instrumento para corromper o ambiente familiar.
Há na obra de Newton Sampaio uma valorização das personagens na medida em que elas se erguem nos paradoxos do mundo, é o homem em toda a sua incerteza contemporânea. As personagens são infelizes porque não conseguem corresponder ao que os outros esperam delas, e nem ao que planejam para si mesmas, muitas vezes esta infelicidade advém de uma formação muito rígida ou de valores ultrapassados. Através das personagens, a existência de valores e costumes de uma pequena burguesia que se tornava o setor social mais representativo da capital. Esta burguesia é questionada, assim como o patriarcado rural, em nome de uma ética entre pequenos burgueses.
Tanto em sua novela Remorso quanto em seus contos, Sampaio fez uso da divisão em cenas, característica notadamente cinematográfica, dada pelo corte narrativo existente de uma cena para outra, introduzindo uma nova situação, em tempo e espaço novos também. É uma característica muito valorizada pelos modernistas, pois agilizam a linguagem e captam simultaneamente diferentes planos da narrativa.
Mas, percebe-se que parte da essência da obra de Newton Sampaio se perdeu em decorrência de três fatores:
· parte de sua obra foi publicada postumamente, o que impossibilitou o acompanhamento e conferência por parte do autor;
· falta de originais que determinassem os parâmetros para publicação;
· diferença temporal entre a primeira publicação (década de 30) e a re-edição das obras ocorrida a partir da década de 70 . O que fez com que alguns editores optassem por uma adequação ortográfica e gramatical dos textos.
Os textos editados pela Fundação Cultural de Curitiba, no ano de 1978, e que segundo informações prestadas junto à equipe de editoração de Wilson R. Cordeiro, a publicação foi baseada na primeira edição das obras, feitas em 1938, ou seja, no momento estético do autor. Já, os texto publicados pela Imprensa Oficial do Paraná aparecem grafados em conformidade com as regras gramaticais em vigor hoje acabam por amenizar as características da obra. Tal diferença na editoração acaba por influenciar no momento da recepção do texto por parte do leitor, que deixa de conhecer o verdadeiro estilo do autor.
Conclusão
Ao estudar sobre a vida e obra do paranaense Newton Sampaio percebe-se que foi um visionário, ou, a primeira manifestação contra a pasmaceira e o atraso provinciano de uma cidade que ainda estava vivendo sob o julgo retrógrado do simbolismo. O texto ágil e contundente de suas críticas, nem mesmo seus amigos e conterrâneos escaparam.
O autor, Newton Sampaio, parte de um enredo aparentemente simples para discutir questões profundas referentes às relações humanas. O escritor constrói um texto em que se entrelaçam a dualidade amor e ódio, vida e morte, riqueza e pobreza, os temas explorados reforçam a questão do feminino, da memória, das frustrações. Suas obras literárias descolam do cotidiano das pessoas comuns, dos pequenos (e às vezes dos insignificantes) detalhes da vida, dos atos triviais de pessoas triviais. Suas narrativas partem do individual para o grupo familiar, dos feitos pessoais aos coletivos, sempre envolvendo a sociedade que o cerca.
Percebe-se
que Newton Sampaio, como Mário de Andrade e outros expoentes do movimento
modernista, abominou a arte desinteressada e buscou uma arte comprometida
com a realidade nacional. Foi o precursor de um grupo de escritores que buscou
ocupar-se, a partir dos anos 30, das circunstâncias concretas das lutas
cotidianas em terras paranaense, e tornando a simplicidade de sua linguagem
Pode-se observar uma marginalização da obra de Newton Sampaio, e mesmo da pessoa, comprovada pela inexistência de uma reedição dos textos na época da publicação inicial apesar de ter sido laureado pela Academia Brasileira de Letras. Passadas as emoções, primeiramente a respeito do prêmio e em seguida pelo falecimento prematuro, o nome e a obra de Newton Sampaio foram esquecidos, ou ignorados, pela mídia e pela literatura especializada.
Apenas, recentemente, alguns estudiosos estão se dedicando a pensar na obra de Newton Sampaio, ela carece de uma re-avaliação, construindo desta forma uma fortuna crítica mais consistente e crítica. Pois, o fato de sua obra ter sido descoberta décadas após sua prematura morte reflete-se no modo de analisá-la. Mas mesmo assim sua trajetória já está no contexto histórico e cultural do Paraná, visto ser considerado por muitos o precursor do movimento modernista no estado.
Referências
AMARAL, B. Um precursor paranaense.
Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 13 maio 1978.
BÓIA, W. Ensaio – Newton Sampaio. Curitiba:
Secretaria da Cultura do Estado do Paraná, 1991.
DUARTE, O.; GUINSKI, L.A. Imagens
da revolução de Curitiba. Curitiba: Quadrante, 2002.
MARTINS, W. Um espírito crítico. Jornal
do Brasil. Rio de Janeiro, 18 ago. 1979, Caderno B.
PEREIRA, R. A mordida que virou
apenas carícia. Disponível em :http://tudoparana.globo/rascunho/rogério/n-366.html.
Acesso em: 30 jun. 2004.
REVISTA da Academia Brasileira de
Letras. Anais de 1938 – jan./jun. Rio de Janeiro: ABL, v. 55.
SANCHES NETO, M. Entrevista
concedida à Lílian Deise de Andrade Guinski. Mensagem recebida por: lilianguinski@bol.com.br
em 10 jul. 2004.
SAMPAIO, N. Uma sessão na
Academia. O Dia. Curitiba, 19 jun. 1937.
____. Laertes Munhoz. O Dia.
Curitiba: 19 fev. 1936.
____. Carta semi-aberta ao ilustríssimo
senhor Walfrido Piloto, na rua Ébano... O Dia. Curitiba, 06 jul. 1937.
_____. Por quê essa ausência,
esse medo? O Dia. Curitiba, 17 jul. 1937.
_____. Modernismo. O Dia.
Curitiba, 14 jun. 1936.
TREVISAN, D. Notícia de Newton
Sampaio. Joaquim. Curitiba, nº 11, p. 3, jun.1947.
Notas:
[i]
DUARTE, O.; GUINSKI, L.A. Imagens da revolução de Curitiba.
Curitiba: Quadrante, 2002, p. 103.
[ii]
SAMPAIO, N. Uma sessão na Academia. O Dia. Curitiba, 19 jun. 1937.
[iii]
____. Laertes Munhoz. O Dia. Curitiba: 19 fev. 1936.
[iv]
____. Carta semi-aberta ao ilustríssimo senhor Walfrido Piloto, na rua Ébano...
O Dia. Curitiba, 06 jul. 1937.
[v]
_____. Por quê essa ausência, esse medo? O Dia. Curitiba, 17 jul.
1937.
[vi]
_____. Modernismo. O Dia. Curitiba, 14 jun. 1936.
[vii]
TREVISAN, D. Notícia de Newton Sampaio. Joaquim. Curitiba, nº 11,
p. 3, jun.1947.
[viii]
MARTINS, W. Um espírito crítico. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro,
18 ago. 1979, Caderno B.
[ix]
Idem.
[x]
AMARAL, B. Um precursor paranaense. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro,
13 maio 1978.
[xi]PEREIRA,
R. A mordida que virou apenas carícia. Disponível em :http://tudoparana.globo/rascunho/rogério/n-366.html.
Acesso em: 30 jun. 2004.
[xii]
SANCHES NETO, M. Entrevista concedida à Lílian Deise de Andrade Guinski.
Mensagem recebida por: lilianguinski@bol.com.br
em 10 jul. 2004.
[xiii]
REVISTA da Academia Brasileira de Letras. Anais de 1938 – jan./jun. Rio de
Janeiro: ABL, v. 55.
[xiv]
BÓIA, W. Ensaio – Newton Sampaio. Curitiba: Secretaria da Cultura
do Estado do Paraná, 1991.